
segunda-feira, 31 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O trabalho que resulta da fé
Bom dia galera!
Primeiramente, agradeço aos acessos e comentários.
O texto dessa semana foi escrito pelo meu irmão Neto.
Que sejamos abençoados!

É comum encontrar essa tríade fé – esperança - amor no novo testamento. Digo comum pelo fato de ser evidente todas as tribulações, angústias e tristezas que os apóstolos e evangelistas da época de Paulo passaram.
A fé produz ação. Não existiu e continua não existindo outra forma de acreditar que a obra que se realiza no Reino de Deus vai dar certo se não houver fé. A fé é a força-motora que é responsável por dar vida às ações.
Trabalhando, pois pela fé, precisamos ser motivados por algo. Este seria o amor. Não cabe aqui descrever que o amor tudo crê, tudo espera e tudo suporta, pois já entraríamos em outro assunto. A questão é colocar o amor em sua função mantedora. Como se fôssemos um time e o amor fosse o treinador.
Tudo isso é sustentado não por um otimismo ilusório sem fundamento, mas sim pela firme confiança que temos em nosso Senhor Jesus Cristo. É o que nos faz perseverar, ter paciência, esperar, descansar, confiar. Entender que por mais que todas as coisas estejam desabando há algo melhor preparado pra nós.
Todavia, o que aconteceu com o empenho e a força proveniente da fé que existia no passado. Apagou-se com o tempo? Foi consumido pela modernidade? Se a própria Bíblia (que é a palavra de Deus) nos traz que o mesmo Deus é o que opera tudo em todos (I Co. 12:6), como então dizer que a fé do passado não pode ser a mesmo dos nossos tempos? Na época de Paulo, os ministros do evangelho estavam dispostos a abrir mão de suas famílias, de suas casas, de um bom e estável emprego, de uma formação educacional decente. Tudo por amor a Cristo, para que a vida de Jesus fosse expelida através deles. E hoje quando Deus nos pede um instante em sua presença, será que não relutamos em desligar a TV, sair da internet ou deixar de fazer qualquer outra coisa para termos mais comunhão com o Pai? Por que insistimos em ter mais respeito e temor à pessoas como nós do que para com Deus? O Criador é menos importante? É interessante quando observo a hipocrisia de alguns ‘cristãos’ em criarem justificativas para se safarem das tarefas do reino. Se em seu emprego, seu patrão te ligar a qualquer hora do dia alegando uma emergência no seu local de trabalho, você não teria de ir? Então porque é que não atendemos as chamado de Deus? Por que nossos empregos, ocupações, satisfações e cansaços insistem em ficar sempre acima do relacionamento com o Senhor?
Isso me leva a pensar que na maioria das vezes nos empenhamos para um propósito errado. Motivamos-nos para algo que Deus nem se importa tanto assim, e nos esquecemos do essencial. Aí é que entra a força motivadora do amor. No evangelho de Marcos no capítulo 12, versículos 30 e 31 nos diz que a nossa motivação deve ser Deus em PRIMEIRÍSSIMO LUGAR, acima de tudo e de todos. Depois disso devemos nos lembrar de todas as pessoas como nos lembramos de nós mesmos. O nosso principal objetivo não deve ser de querer abarrotar as Igrejas, ‘inchando’ com pessoas. Mas sim de fazer com que Deus sinta-se satisfeito com nós mesmos para termos condições de acolher e cuidar dos feridos.
Nessa trajetória, muitas coisas, muitas mesmo... parecerão difíceis ou até mesmo impossíveis de serem realizadas. Aqui é que se encaixa a perseverança baseada numa esperança única: Jesus. Não há mistério algum, não há outra solução, não há outra alternativa. Quando tudo estiver escuro, sem explicação, alucinante, desesperador, um fracasso... “Deleita-te, pois no Senhor, e Ele concederá os desejos do teu coração (Sl. 34:7).
Que a fé nos dê força, que o amor nos motive e que mantenhamos nossos olhos, corpos, almas, mentes e corações voltados para a Única e Maior Esperança.
Primeiramente, agradeço aos acessos e comentários.
O texto dessa semana foi escrito pelo meu irmão Neto.
Que sejamos abençoados!

“... o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo.”. (I Ts. 1:3)
É comum encontrar essa tríade fé – esperança - amor no novo testamento. Digo comum pelo fato de ser evidente todas as tribulações, angústias e tristezas que os apóstolos e evangelistas da época de Paulo passaram.
A fé produz ação. Não existiu e continua não existindo outra forma de acreditar que a obra que se realiza no Reino de Deus vai dar certo se não houver fé. A fé é a força-motora que é responsável por dar vida às ações.
Trabalhando, pois pela fé, precisamos ser motivados por algo. Este seria o amor. Não cabe aqui descrever que o amor tudo crê, tudo espera e tudo suporta, pois já entraríamos em outro assunto. A questão é colocar o amor em sua função mantedora. Como se fôssemos um time e o amor fosse o treinador.
Tudo isso é sustentado não por um otimismo ilusório sem fundamento, mas sim pela firme confiança que temos em nosso Senhor Jesus Cristo. É o que nos faz perseverar, ter paciência, esperar, descansar, confiar. Entender que por mais que todas as coisas estejam desabando há algo melhor preparado pra nós.
Todavia, o que aconteceu com o empenho e a força proveniente da fé que existia no passado. Apagou-se com o tempo? Foi consumido pela modernidade? Se a própria Bíblia (que é a palavra de Deus) nos traz que o mesmo Deus é o que opera tudo em todos (I Co. 12:6), como então dizer que a fé do passado não pode ser a mesmo dos nossos tempos? Na época de Paulo, os ministros do evangelho estavam dispostos a abrir mão de suas famílias, de suas casas, de um bom e estável emprego, de uma formação educacional decente. Tudo por amor a Cristo, para que a vida de Jesus fosse expelida através deles. E hoje quando Deus nos pede um instante em sua presença, será que não relutamos em desligar a TV, sair da internet ou deixar de fazer qualquer outra coisa para termos mais comunhão com o Pai? Por que insistimos em ter mais respeito e temor à pessoas como nós do que para com Deus? O Criador é menos importante? É interessante quando observo a hipocrisia de alguns ‘cristãos’ em criarem justificativas para se safarem das tarefas do reino. Se em seu emprego, seu patrão te ligar a qualquer hora do dia alegando uma emergência no seu local de trabalho, você não teria de ir? Então porque é que não atendemos as chamado de Deus? Por que nossos empregos, ocupações, satisfações e cansaços insistem em ficar sempre acima do relacionamento com o Senhor?
Isso me leva a pensar que na maioria das vezes nos empenhamos para um propósito errado. Motivamos-nos para algo que Deus nem se importa tanto assim, e nos esquecemos do essencial. Aí é que entra a força motivadora do amor. No evangelho de Marcos no capítulo 12, versículos 30 e 31 nos diz que a nossa motivação deve ser Deus em PRIMEIRÍSSIMO LUGAR, acima de tudo e de todos. Depois disso devemos nos lembrar de todas as pessoas como nos lembramos de nós mesmos. O nosso principal objetivo não deve ser de querer abarrotar as Igrejas, ‘inchando’ com pessoas. Mas sim de fazer com que Deus sinta-se satisfeito com nós mesmos para termos condições de acolher e cuidar dos feridos.
Nessa trajetória, muitas coisas, muitas mesmo... parecerão difíceis ou até mesmo impossíveis de serem realizadas. Aqui é que se encaixa a perseverança baseada numa esperança única: Jesus. Não há mistério algum, não há outra solução, não há outra alternativa. Quando tudo estiver escuro, sem explicação, alucinante, desesperador, um fracasso... “Deleita-te, pois no Senhor, e Ele concederá os desejos do teu coração (Sl. 34:7).
Que a fé nos dê força, que o amor nos motive e que mantenhamos nossos olhos, corpos, almas, mentes e corações voltados para a Única e Maior Esperança.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
E se... ? Como ficaria o seu relacionamento com DEUS?
Se criarem uma lei proibindo os cultos e qualquer tipo de manifestação cristã? Se não existirem mais CDs nem DVDs com louvores e mensagens abençoadoras? Se não existirem mais pastores, pastoras, ministros que hoje são usados para edificarem a sua vida? Se não existir mais congressos de adoração, de intercessão, de batalhas espirituais...? Se não acabarem as campanhas de oração, restituição...? Se não existir mais seminários? Se acabarem com os livros cristãos? Se acabarem com os sites evangélicos? Se acabarem com os programas evangélicos na TV? Se acabarem com as EBDs? Se acabarem com os cultos? Se acabarem com os ministérios de louvor, dança, intercessão, teatro...?
Se tudo isso deixasse de existir como ficaria JESUS em nossa vida? Como ficaria nosso relacionamento com DEUS? Abalado? Enfraquecido? Muito provavelmente e infelizmente, a resposta é quase sempre positiva, o que significa que algo não vai bem.
Transformar coisas acessórias em principais fazendo que o principal se torne apenas um acessório faz mal a qualquer relacionamento, tornando-o fraco, vulnerável, superficial.
E a Igreja, de uma maneira geral, tem se apegado a estes acessórios, aos métodos e tem se esquecido do principal. Usamos fórmulas, nos enchemos de religiosidade, temos a “certeza” que estamos certos, criticamos os outros e negligenciamos e manipulamos a vontade de Deus.
Agimos e parecemos muito mais com os fariseus – os que conheciam rigorosamente a lei, as tradições e os costumes – do que com os discípulos, que embora repletos de imperfeições, como nós, buscavam a vontade do Pai. Na verdade somos ótimos religiosos e péssimos cristãos.
Permanecemos dentro das quatro paredes, cantando, pregando e vivendo com e para os “crentes”, enquanto as almas feridas morrem sem JESUS na calçada da igreja. MORREM! Pois a Igreja não vai até aos doentes, aos famintos, aos perdidos. A Igreja espera que eles venham até nós, e o mais lastimável é que quando eles vêm, saem da mesma maneira que entraram. O máximo que fazemos é desejar a “paz do Senhor”, dizer que ele é bem vindo e por fim, fazer o apelo no fim do culto.
O mundo precisa mais de que uma religião, mais que uma doutrina, mais do que crentes, mais do que evangélicos, mais do que igrejas... O mundo precisa ver e sentir o caráter do próprio DEUS em nós. Diz a frase: “levar JESUS no peito é fácil; difícil é ter peito para levar JESUS”. Temos uma incrível facilidade de orar: “venha a nós”, mas esquecemos da segunda parte que é: “o TEU REINO e seja feita a TUA VONTADE” . O mundo precisa de pessoas comprometidas com o Evangelho de Cristo, com a causa de Jesus, pessoas que querem o GOVERNO de DEUS e que não se conformam com nada menos que isso e não de pessoas religiosas, que se trancam dentro das igrejas, isso já está saturado.
Enquanto a religião nos diz: “VÁ AOS CÉUS! SEJA ARREBATADO!”, JESUS nos diz: “TRAGA O CÉU À TERRA!”. Enquanto a religião nos diz: “NÃO SE MISTUREM!”, JESUS nos diz: “IDE E PREGAI O EVANGELHO”!
Precisamos nos desprender de tudo aquilo que nos atrapalha de viver para o Reino de Deus inclusive e principalmente da religiosidade que tem nos cegado e desvirtuado nosso relacionamento com DEUS.
Que tenhamos verdadeiramente coragem e temor para clamar: “venha até nós o TEU Reino e que seja feita TUA vontade, como é nos céus aqui na Terra”.
Se criarem uma lei proibindo os cultos e qualquer tipo de manifestação cristã? Se não existirem mais CDs nem DVDs com louvores e mensagens abençoadoras? Se não existirem mais pastores, pastoras, ministros que hoje são usados para edificarem a sua vida? Se não existir mais congressos de adoração, de intercessão, de batalhas espirituais...? Se não acabarem as campanhas de oração, restituição...? Se não existir mais seminários? Se acabarem com os livros cristãos? Se acabarem com os sites evangélicos? Se acabarem com os programas evangélicos na TV? Se acabarem com as EBDs? Se acabarem com os cultos? Se acabarem com os ministérios de louvor, dança, intercessão, teatro...?
Se tudo isso deixasse de existir como ficaria JESUS em nossa vida? Como ficaria nosso relacionamento com DEUS? Abalado? Enfraquecido? Muito provavelmente e infelizmente, a resposta é quase sempre positiva, o que significa que algo não vai bem.
É necessário analisar qual tem sido o combustível por nós utilizado para manter o nosso relacionamento com DEUS. Todas essas coisas citadas acima são acessórias que nos ajudam em nossa caminhada cristã, mas a partir do momento que a falta delas afeta o relacionamento, precisamos nos preocupar. Pode ser um sinal de que estamos invertendo os fatores, e neste caso, a ordem dos fatores altera – e muito – o produto: relacionamento.
Transformar coisas acessórias em principais fazendo que o principal se torne apenas um acessório faz mal a qualquer relacionamento, tornando-o fraco, vulnerável, superficial.
E a Igreja, de uma maneira geral, tem se apegado a estes acessórios, aos métodos e tem se esquecido do principal. Usamos fórmulas, nos enchemos de religiosidade, temos a “certeza” que estamos certos, criticamos os outros e negligenciamos e manipulamos a vontade de Deus.
Agimos e parecemos muito mais com os fariseus – os que conheciam rigorosamente a lei, as tradições e os costumes – do que com os discípulos, que embora repletos de imperfeições, como nós, buscavam a vontade do Pai. Na verdade somos ótimos religiosos e péssimos cristãos.
Permanecemos dentro das quatro paredes, cantando, pregando e vivendo com e para os “crentes”, enquanto as almas feridas morrem sem JESUS na calçada da igreja. MORREM! Pois a Igreja não vai até aos doentes, aos famintos, aos perdidos. A Igreja espera que eles venham até nós, e o mais lastimável é que quando eles vêm, saem da mesma maneira que entraram. O máximo que fazemos é desejar a “paz do Senhor”, dizer que ele é bem vindo e por fim, fazer o apelo no fim do culto.
O mundo precisa mais de que uma religião, mais que uma doutrina, mais do que crentes, mais do que evangélicos, mais do que igrejas... O mundo precisa ver e sentir o caráter do próprio DEUS em nós. Diz a frase: “levar JESUS no peito é fácil; difícil é ter peito para levar JESUS”. Temos uma incrível facilidade de orar: “venha a nós”, mas esquecemos da segunda parte que é: “o TEU REINO e seja feita a TUA VONTADE” . O mundo precisa de pessoas comprometidas com o Evangelho de Cristo, com a causa de Jesus, pessoas que querem o GOVERNO de DEUS e que não se conformam com nada menos que isso e não de pessoas religiosas, que se trancam dentro das igrejas, isso já está saturado.
Enquanto a religião nos diz: “VÁ AOS CÉUS! SEJA ARREBATADO!”, JESUS nos diz: “TRAGA O CÉU À TERRA!”. Enquanto a religião nos diz: “NÃO SE MISTUREM!”, JESUS nos diz: “IDE E PREGAI O EVANGELHO”!
Precisamos nos desprender de tudo aquilo que nos atrapalha de viver para o Reino de Deus inclusive e principalmente da religiosidade que tem nos cegado e desvirtuado nosso relacionamento com DEUS.
Que tenhamos verdadeiramente coragem e temor para clamar: “venha até nós o TEU Reino e que seja feita TUA vontade, como é nos céus aqui na Terra”.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Reflexão
VERSÍCULO:
“Digo-lhes a verdade: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista; todavia, o menor no Reino dos céus é maior do que ele.”-
- Mateus 11:11
Jesus acabou de dizer que João era "mais que profeta". Agora,ele vai além. De todos os homens (incluindo, evidentemente, grandes servos de Deus como Abraão, Moisés e Elias) João Batista era omaior. Ele era maior porque abriu o caminho para o ungido de Deus. Ele era maior porque teve o privilégio de ver o próprio Messias.
No entanto, o menor no Reino dos céus seria maior que João. Mas, como?
Talvez seria porque conheceriam o Cristo de uma forma ainda mais íntima que João Batista. Talvez porque conheceriam não só a vida eos ensinamentos, mas, a morte e ressurreição de Jesus.
O menor doReino dos céus, sem ser profeta, sem ser grande e famoso servo de Deus - teria o privilégio de viver com o Espírito Santo de Deus habitando dentro dele. E estes servos de Deus poderiam testemunhar, não de um Reino que ainda estava por vir, não de uma transformação que ainda estava para chegar, não de um Salvador que ainda ia vencer o inimigo, mas, de um Reino que já havia chegado, de uma transformação pessoalmente experimentada, e de uma vitória esmagadora sobre o pior que o inimigo tinha para oferecer.
Maiores,sim nós somos. Não por poder, mas, por privilégio. Como nós somos privilegiados por Deus para viver já no Reino dos céus e testemunharmos as maravilhas que Cristo fez e ainda faz em nossas vidas!
Isso não porque somos maiores que ninguém, mas, porque nós servimos um Senhor que é maior que todas as nossas fraquezas efalhas e que nos ama com um amor incomparável e eterno.
Graças a Ele!
Deus nos abençoe, tenha um ótimo dia!
BaaaaaY!
=*
“Digo-lhes a verdade: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista; todavia, o menor no Reino dos céus é maior do que ele.”-
- Mateus 11:11
Jesus acabou de dizer que João era "mais que profeta". Agora,ele vai além. De todos os homens (incluindo, evidentemente, grandes servos de Deus como Abraão, Moisés e Elias) João Batista era omaior. Ele era maior porque abriu o caminho para o ungido de Deus. Ele era maior porque teve o privilégio de ver o próprio Messias.
No entanto, o menor no Reino dos céus seria maior que João. Mas, como?
Talvez seria porque conheceriam o Cristo de uma forma ainda mais íntima que João Batista. Talvez porque conheceriam não só a vida eos ensinamentos, mas, a morte e ressurreição de Jesus.
O menor doReino dos céus, sem ser profeta, sem ser grande e famoso servo de Deus - teria o privilégio de viver com o Espírito Santo de Deus habitando dentro dele. E estes servos de Deus poderiam testemunhar, não de um Reino que ainda estava por vir, não de uma transformação que ainda estava para chegar, não de um Salvador que ainda ia vencer o inimigo, mas, de um Reino que já havia chegado, de uma transformação pessoalmente experimentada, e de uma vitória esmagadora sobre o pior que o inimigo tinha para oferecer.
Maiores,sim nós somos. Não por poder, mas, por privilégio. Como nós somos privilegiados por Deus para viver já no Reino dos céus e testemunharmos as maravilhas que Cristo fez e ainda faz em nossas vidas!
Isso não porque somos maiores que ninguém, mas, porque nós servimos um Senhor que é maior que todas as nossas fraquezas efalhas e que nos ama com um amor incomparável e eterno.
Graças a Ele!
Deus nos abençoe, tenha um ótimo dia!
BaaaaaY!
=*
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Não perca a visão!
Enquanto saíam os discípulos de João, Jesus começou a falar àmultidão a respeito de João: “O que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Ou, o que foram ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que usam roupas finas estão nos palácios reais.”
- Mateus 11:7-8
PENSAMENTO:
João Batista proclamou a vinda do Messias com justiça e juízo (Mt 3:11-12). Ele apontou Jesus como o escolhido de Deus (João1:29). Porém, depois de meses na prisão, sujeito à opressão deHerodes, João começou a duvidar. Será que Jesus era mesmo o escolhido de Deus? Onde estavam a justiça e o juízo? Jesus poderia ter reagido às dúvidas de João. Ele poderia ter mandado uma repreensão com os discípulos do Batista. Em vez disso, Jesus começou a elogiar João.
João não era um homem para ser abalado por qualquer influência. Ele foi um homem íntegro e fiel ao seu chamado, mesmo que tenha custado sua liberdade. As “roupas finas”eram um retrato da elite política e religiosa. Naqueles dias, como hoje, haviam pessoas que corriam atrás de qualquer moda material ou idéia espiritual. Haverão sempre pessoas que querem a glória, mas, sem o sacrifício. João não foi um destes. De ferro ele não era, mas, firme na direção da sua vida ele merecia a honra que Jesus o prestou.
Um momento de dúvida ou um abalo temporário em nossa fé não muda o plano de Deus para nós. O que Jesus considerou na vida de João, e certamente irá considerar nas nossas, é a direção que tomamos, a soma do nosso relacionamento com Ele.
Isso é importantepara aqueles que já passaram ou talvez passam agora, por momentosde aflição ou dúvida. Jesus não disse “bem aventurado aquele quenão duvidar”, mas, “bem aventurado aquele que não cair” (11:6). Seja quão forte o vento soprar, seja quão humilde o tecido com qualo Senhor lhe vestir – olhe para Jesus. Não tire seus olhos deJesus. Ele não tirou os olhos dele de você.
Que Ele te abençoe!
- Mateus 11:7-8
PENSAMENTO:
João Batista proclamou a vinda do Messias com justiça e juízo (Mt 3:11-12). Ele apontou Jesus como o escolhido de Deus (João1:29). Porém, depois de meses na prisão, sujeito à opressão deHerodes, João começou a duvidar. Será que Jesus era mesmo o escolhido de Deus? Onde estavam a justiça e o juízo? Jesus poderia ter reagido às dúvidas de João. Ele poderia ter mandado uma repreensão com os discípulos do Batista. Em vez disso, Jesus começou a elogiar João.
João não era um homem para ser abalado por qualquer influência. Ele foi um homem íntegro e fiel ao seu chamado, mesmo que tenha custado sua liberdade. As “roupas finas”eram um retrato da elite política e religiosa. Naqueles dias, como hoje, haviam pessoas que corriam atrás de qualquer moda material ou idéia espiritual. Haverão sempre pessoas que querem a glória, mas, sem o sacrifício. João não foi um destes. De ferro ele não era, mas, firme na direção da sua vida ele merecia a honra que Jesus o prestou.
Um momento de dúvida ou um abalo temporário em nossa fé não muda o plano de Deus para nós. O que Jesus considerou na vida de João, e certamente irá considerar nas nossas, é a direção que tomamos, a soma do nosso relacionamento com Ele.
Isso é importantepara aqueles que já passaram ou talvez passam agora, por momentosde aflição ou dúvida. Jesus não disse “bem aventurado aquele quenão duvidar”, mas, “bem aventurado aquele que não cair” (11:6). Seja quão forte o vento soprar, seja quão humilde o tecido com qualo Senhor lhe vestir – olhe para Jesus. Não tire seus olhos deJesus. Ele não tirou os olhos dele de você.
Que Ele te abençoe!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Frases
Frases ou momentos que marcaram no acampamento:
Adoração é vida! A adoração é um ato de descanso espiritual. Quem adora manifesta que parou de “gerenciar” a sua vida. Quem adora reconhece o bom gerenciamento de Deus sobre todas as coisas.
Adoração não é um momento, é um estado de coração. Mais do que um estilo de vida, é a própria vida, é meu respirar, é a vida Dele fluindo em mim.
Conhecer a vontade de Deus é o maior conhecimento;descobrir a vontade de Deus para sua vida é a maior descoberta;fazer a vontade de Deus é a maior façanha.
George Truett
Difícil?
Pra nós o difícil é abrir o mar
Andar por sobre as águas
Fazer com que o cego enxergue
Com que um coxo se levante
Difícil é fazer o sol parar
A sombra retroceder (...)
Pra nós, isso é difícil, o mais?
Hunf! Facinho facinho!
Afinal, quem está conosco é a Pessoa que fez todas essas coisas possíveis.
Compartilhe você tembém o que Deus falou ao seu coração.
Adoração é vida! A adoração é um ato de descanso espiritual. Quem adora manifesta que parou de “gerenciar” a sua vida. Quem adora reconhece o bom gerenciamento de Deus sobre todas as coisas.
Adoração não é um momento, é um estado de coração. Mais do que um estilo de vida, é a própria vida, é meu respirar, é a vida Dele fluindo em mim.
Conhecer a vontade de Deus é o maior conhecimento;descobrir a vontade de Deus para sua vida é a maior descoberta;fazer a vontade de Deus é a maior façanha.
George Truett
Difícil?
Pra nós o difícil é abrir o mar
Andar por sobre as águas
Fazer com que o cego enxergue
Com que um coxo se levante
Difícil é fazer o sol parar
A sombra retroceder (...)
Pra nós, isso é difícil, o mais?
Hunf! Facinho facinho!
Afinal, quem está conosco é a Pessoa que fez todas essas coisas possíveis.
Compartilhe você tembém o que Deus falou ao seu coração.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Só pra constar²
Show de Lázaro,
Quem não foi perdeu!
O início foi meio/bastante tumultuado, mas depois que entramos foi só alegria!
Dançamos demaaaaais!
Diversão? A torto e a direita!
Mas, o melhor da noite ainda estava por vir.
E não vou comentar nem descrever o que foi, mas foi o maior mico de minha vida!
Mas tá valendo, com vocês: Nanda, Kátia, Gueu, Milly, Alline, Daniel, Cheilinha, Rud rud, Bila, Livinha, Guido, Mai, Tia Ivanilde, Calixtão, Fia, Jú, Diego, Paulo, Monalisa, Igo, Deuza e Kelly.
... Com vocês é sempre válido!
E pra quem foi: " Ainda bem, que eu vou morar..."
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amo vocês!
Obrigada por fazerem a minha vida mais, muito mais, beeem mais, indescritivelmente mais, infinitamente mais, "indizivelmente" mais, inexplicavelmente maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais divertida!
♥
E vamos nós morar no céu!
Ps: Lembrando que no fim de semana tem mais Lázaro, mas em nosso acamp!
:D
Quem não foi perdeu!
O início foi meio/bastante tumultuado, mas depois que entramos foi só alegria!
Dançamos demaaaaais!
Diversão? A torto e a direita!
Mas, o melhor da noite ainda estava por vir.
E não vou comentar nem descrever o que foi, mas foi o maior mico de minha vida!
Mas tá valendo, com vocês: Nanda, Kátia, Gueu, Milly, Alline, Daniel, Cheilinha, Rud rud, Bila, Livinha, Guido, Mai, Tia Ivanilde, Calixtão, Fia, Jú, Diego, Paulo, Monalisa, Igo, Deuza e Kelly.
... Com vocês é sempre válido!
E pra quem foi: " Ainda bem, que eu vou morar..."
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amo vocês!
Obrigada por fazerem a minha vida mais, muito mais, beeem mais, indescritivelmente mais, infinitamente mais, "indizivelmente" mais, inexplicavelmente maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais divertida!
♥
E vamos nós morar no céu!
Ps: Lembrando que no fim de semana tem mais Lázaro, mas em nosso acamp!
:D
Assinar:
Postagens (Atom)